Propósito da Comunidade Hallel

Propósito da Comunidade Hallel
Viver este ano como Deus quer.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

PARABÉNS PRA VOCÊS!

Quero hoje homenagear minha amiga e filha espiritual - Kenny Gomes - Desejar-lhe toda felicidade que o seu coração consegui conter e dizer o quanto sou grata a Deus pelo dom da sua vida. Como já lhe disse vi você "crescer" espiritualmente e tornou-se uma linda filha de Deus, entregue a sua vontade e ao seu projeto. Posso declarar, testemunhar que você é forte, corajosa e temente a Deus. Aprendi e continuo aprendendo muito com você.

O Senhor e Amado de sua alma realize os seus sonhos, pois sei que os seus sonhos são os dEle. Parabéns!
Eu e a Sol amamos muito você e sabemos o quanto é importânte a sua presença em nossas vidas e vocação.
ALGUMAS CARACTERÍSTICAS SUA

AMIGA

COMPANHEIRA

MISERICORDIOSA

PRESTATIVA

DEDICADA

SIMPLES E LINDA POR SUA HUMILDADE

CARINHOSA

DISPONÍVEL AO SERVIÇO DE DEUS

CORAJOSA - CAPAZ DE SE LANÇAR ÀS ÁGUAS MAIS PROFUNDAS

MISSIONÁRIA

HONESTA E JUSTA.

NOSSA SENHORA SEJA SUA INSPIRAÇÃO PARA SER CADA DIA UMA MULHER DE DEUS QUE GERE VIDA ATRAVÉS DE JESUS.

" QUEM ENCONTROU UM AMIGO, ENCONTROU UM TESOURO" VOCÊ FAZ PARTE DA MINHA RIQUEZA. AMO VOCÊ!

HOMENAGEM TAMBÉM PARA MINHA QUERIDA AMIGA E FORMADORA PESSOAL - MARIA JOSÉ

MULHER GUERREIRA, TEMENTE A DEUS E TESTEMUNHA DA GRAÇA DE DEUS EM SUA VIDA E EM SUA FAMÍLIA. AMO VOCÊ MINHA QUERIDA. PARABÉNS E QUE DEUS LHE ABENÇOE EM ABUNDÂNCIA!

PARABÉNS NESTE DIA TAMBÉM PARA ESSAS MULHERES DE DEUS QUE FAZEM A HISTÓRIA ACONTECER.

UM GRANDE E FORTE ABRAÇO DE MÃE PARA MINHAS FILHAS ESPIRITUAIS: GIANE, ARACELI E FRANCISCA AMARAL QUE TAMBÉM APAGAM VELHINHAS HOJE. LOUVADO SEJA PELO DOM DE VOSSAS VIDAS. AMO VOCÊS!

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

"Ao corrigir, a primeira regra é o amor"



Pregador do Papa Pe. Raniero Cantalamessa, OFM Cap. – pregador da Casa Pontifícia – sobre a Liturgia da Palavra do domingo.
Mateus 18, 15-20
Se teu irmão chegar a pecar...
No Evangelho deste domingo lemos: «Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: ‘Se teu irmão chegar a pecar, vai e repreendê-o, a sós tu e ele. Se te escutar, terás ganhado um irmão’». Jesus fala de toda culpa; não restringe ao campo apenas do que se comete contra nós. Neste último caso, de fato, é praticamente impossível distinguir se o que nos move é o zelo pela verdade ou nosso amor próprio ferido. Em todo caso, seria mais uma autodefesa que uma correção fraterna. Quando a falta é contra nós, o primeiro dever não é a correção, mas o perdão.
Por que Jesus diz: «repreende-o a sós»? Antes de tudo, por respeito ao bom nome do irmão, à sua dignidade.
O pior seria pretender corrigir um homem na presença da sua esposa, ou uma mulher na presença do seu marido; um pai diante de seus filhos, um professor na presença dos seus alunos, um superior diante dos seus subordinados. Isto é, na presença das pessoas cujo respeito e estima para alguém importa mais. O assunto se converte imediatamente em um processo público. Será muito difícil que a pessoa aceite de bom grado a correção.
Ele diz «a sós tu e ele» também para dar à pessoa a possibilidade de defender-se e explicar sua própria ação com toda liberdade. Muitas vezes, com efeito, aquilo que para um observador externo parece uma culpa, na intenção de quem a cometeu não o é. Uma explicação sincera dissipa muitos mal-entendidos. Mas isso deixa de ser possível quando o tema é conhecido por muitos.
Quando por qualquer motivo não é possível corrigir fraternalmente, a sós, na presença da pessoa que errou, há algo que se deve evitar absolutamente: a divulgação, sem necessidade, da culpa do irmão, falar mal dele ou inclusive caluniá-lo, dando por provado aquilo que não o é ou exagerando a culpa. «Não faleis mal uns dos outros», diz a Escritura (Tiago 4, 11). A fofoca não é menos mal ou menos grave só porque agora é chamada de «gossip».
Uma vez uma mulher foi se confessar com São Felipe Néri, acusando-o de ter falado mal de algumas pessoas. O santo a absolveu, mas lhe pôs uma estranha penitência. Disse-lhe que fosse para casa, pegasse uma galinha e voltasse onde ele estava, depenando-a pouco a pouco ao longo do caminho. Quando esteve novamente diante dele, ele lhe disse: «Agora volta para casa e recolhe uma por uma das penas que deixaste cair quando vinhas para cá». A mulher lhe mostrou a impossibilidade: o vento as havia dispersado. Aí é onde queria chegar São Felipe. «Vês – disse-lhe – que é impossível recolher as penas uma vez que o vento as levou? Da mesma forma é impossível retirar murmurações e calúnias, uma vez que saíram da boca.»
Voltando ao tema da correção, deve-se dizer que nem sempre depende de nós o bom resultado ao fazer uma correção (apesar de nossas melhores disposições, o outro pode não aceitar, obstinar-se); contudo, depende sempre e exclusivamente de nós o bom resultado... ao receber uma correção. De fato, a pessoa que «cometeu a culpa» bem poderá ser eu e quem corrige ser o outro: o marido, a mulher, o amigo, o irmão de comunidade ou o padre superior.
Em resumo, não existe só a correção ativa, mas também a passiva; não só o dever de corrigir, mas também o dever de deixar-se corrigir. Mais ainda: aqui é onde se vê se alguém amadureceu o bastante como para corrigir os demais. Quem quer corrigir o outro deve estar disposto também a deixar-se corrigir. Quando vês alguém receber uma observação e responder com simplicidade: «Tens razão, obrigado por ter me dito isso!», admira-o: estás diante de um autêntico homem ou de uma autêntica mulher.
O ensinamento de Cristo sobre a correção fraterna deveria ser lido sempre junto ao que Ele disse em outra ocasião: «Como olhas o cisco no olho do teu irmão e não vês a trave que há em teu? Como podes dizer a teu irmão: ‘Irmão, deixa que tire o cisco que há em teu olho’, não vendo tu mesmo a trave que há no teu?» (Lc 6, 41s.).
O que Jesus nos ensinou sobre a correção pode ser também muito útil quanto à educação dos filhos. A correção é um dos deveres fundamentais do progenitor: «Que filho há a quem seu pai não corrige?» (Hb 12, 7); e também: «Endereça a planta enquanto está terna, se não queres que cresça irremediavelmente torcida». A renúncia total a toda forma de correção é um dos piores serviços que se pode fazer aos filhos e hoje infelizmente isso é freqüentíssimo.
Só se deve evitar que a própria correção se transforme em um ato de acusação ou em uma crítica. Ao corrigir, deve-se circunscrever a reprovação ao erro cometido, não generalizá-la, rejeitando toda a pessoa e sua conduta. Mais ainda: aproveitar a correção para pôr em primeiro plano todo o bem que se reconhece no jovem e o muito que se espera dele, de maneira que a correção se apresente mais como um estímulo que como uma desqualificação. Este era o método que São João Bosco usava com seus jovens.
Não é fácil, em casos individuais, compreender se é melhor corrigir ou deixar passar, falar ou calar. Por isso, é importante levar em conta a regra de ouro, válida para todos os casos, que o Apóstolo dá na segunda leitura: «Com ninguém tenhais outra dívida que a do amor mútuo... O amor não faz mal ao próximo». Agostinho sintetizou tudo isso na máxima «Ama e faze o que queres». É preciso garantir antes de tudo que haja no coração uma disposição fundamental de acolhida para da pessoa. Depois, o que se decida fazer, seja corrigir ou calar, estará bem, porque o amor «jamais causa dano a ninguém».

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

SÓ EM DEUS ENCONTRO REFÚGIO!

"Só em Deus encontro refúgio, só em Deus encontro a paz. Deus me acolhe, Deus me abraça, Deus me ama..."
É ASSIM QUE ME SINTO, REFUGIADA EM DEUS, ACOLHIDA, AMADA, ABRAÇADA POR ELE E SEI QUE JAMAIS ME ABANDONARÁ!
ISSO É TUDO!

Pe. Raniero Catalamessa - formador do Papa, escreve sobre RENUNCIAR A SI MESMO (Mateus 16, 21-27), leiam é lindo:

O que significa «renunciar a si mesmo»? E mais, por que se deve negar a si mesmo? Conhecemos a indignação que suscitava no filósofo Nietzsche esta exigência do Evangelho. Começo respondendo com um exemplo. Durante a perseguição nazista, muitos trens carregados de judeus partiam de todas as partes da Europa para os campos de extermínio. Eram convencidos de embarcar por falsas promessas de serem levados para lugares melhores para o seu bem, enquanto que, ao contrário, eram levados para a destruição. Às vezes, acontecia que em alguma parada do comboio, alguém que sabia a verdade gritava às escondidas para os passageiros: Desçam, fujam. E alguns conseguiam.
O exemplo é um pouco forte, mas expressa algo sobre nossa situação. O trem da vida no qual viajamos vai para a morte. Sobre isso, ao menos, não há dúvida. Nosso eu natural, sendo mortal, está destinado a termianr. O que o Evangelho nos propõe quando nos exorta a renunciar a nós mesmos e a descer deste trem é subir no outro que conduz à vida. O trem que conduz à vida é a fé n'Ele, que disse: «Que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá».
Paulo havia realizado este «transbordar», e o descreve assim: «Já não sou eu quem vive, mas é Cristo que vive em mim». Se assumimos o eu de Cristo, convertemo-nos em imortais, porque ele, ressuscitado da morte, não morre mais. Isso é o que significa as palavras que escutamos: «Aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por minha causa, recobrá-la-á». Portanto, está claro que negar-se a si mesmo não é uma operação autolesionadora e renunciadora, mas o golpe de audácia mais inteligente que podemos realizar na vida.
Mas devemos fazer imediatamente uma precisão: Jesus não nos pede para renegar o «que somos», mas «aquilo no que nos convertemos». Nós somos imagem de Deus, somos, portanto, algo «muito bom», como disse Deus mesmo no momento de criar o homem e a mulher. O que temos que renegar não é o que Deus fez, mas o que nós fizemos, usando mal nossa liberdade. Em outras palavras, as tendências más, o pecado, todas essas coisas que são como incrustações posteriores superpostas ao original.
Há alguns anos, descobriram-se no fundo do mar, no mar Jônico, duas massas informes que tinham uma ligeira semelhança com corpos humanos e que estavam recobertas de incrustrações marinhas. Foram levadas à superfície e limpas pacientemente. Hoje são os famosos «Bronzes de Riace» (estátuas gregas de grande beleza, que representam dois homens, e que estão datadas no século V antes de Cristo, N. do T.) custodiados no museu de Reggio Calábria, e estão entre as esculturas mais admiradas da antiguidade.
São exemplos que nos ajudam a entender o aspecto positivo que há na proposta do Evangelho. Nós nos parecemos, no espírito, a essas estátuas antes de sua restauração. A bela imagem de Deus que deveríamos ser está recoberta de sete estratos que são os sete pecados capitais. Talvez seja conveniente trazê-los à memória: soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. São Paulo chama esta imagem desfigurada de «imagem terrestre», em oposição à «imagem celeste», que é a semelhante a Cristo.
«Renunciar a si mesmo» não é portanto uma operação para a morte, mas para a vida, para a beleza e para a alegria. Consiste também em aprender a linguagem do verdadeiro amor. Imagine, dizia um grande filósofo do século passado, Kierkegaard, uma situação puramente humana. Dois jovens se amam. Mas pertencem a dois povos diversos e falam duas línguas completamente distintas. Se seu amor quer sobreviver e crescer, é necessário que um dos dois aprenda o idioma do outro. Caso contrário, não poderão comunicar-se e seu amor não durará.
Assim, comentava, sucede entre Deus e nós. Nós falamos a linguagem da carne, ele o do espírito; nós o do egoísmo, ele o do amor. Renunciar a si mesmo é aprender a língua de Deus para poder comunicar-nos com ele, mas é também aprender a língua que nos permite comunicar-nos entre nós.
Não somos capazes de dizer «sim» ao outro, começando pelo próprio cônjuge, se não somos capazes de dizer «não» a nós mesmos. No âmbito do matrimônio, muitos problemas e fracassos do casal dependem de que o homem nunca se preocupou em aprender o modo de expressar o amor à mulher, e a mulher o do homem. Também quando fala de renunciar a si mesmo, o Evangelho, como pode ser visto, está muito menos afastado da vida do que as pessoas acreditam

terça-feira, 2 de setembro de 2008

O AMOR PRECISA SER AMADO

O Amor precisa ser amado a cada dia, em cada instânte de nossa vida, por isso se temos a oportunidade de amá-lo, façamos! Assim foi o domingo na Praça N. Senhora dos Remédios.
Eu e seu Francisco. Domingo completou 89 anos, viúvo duas vezes, mora na rua, cheio de alegria, cantou e encantou.
Disse que chegou em Manaus na década de 60, em um navio da marinha para passar 30 dias e está em Manaus até hoje. Gosta de cantar, só lembra as músicas de seu tempo de juventude.
Sob o olhar de Nossa Senhora dos Remédios, pedimos a sua intercessão e cura.
Olha a San, tomando conta da panela de sopa para os retardatários. A kombi tinha ido levar sopa para os que não foram até a praça.
Os distribuidores de água - Anny e Krislen
Tudo feito com amor e alegria aos nossos irmãos de rua. Agradeço imensamente a todos que colaboram nesse projeto de amor. Deus os abençoe!